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domingo, 26 de abril de 2009

5 dicas para usarmos o Twitter nos nossos negócios

twitter icon pack
O Twitter começa agora a ser descoberto pelas empresas como uma poderosa ferramenta de interação com os seus clientes.

A possibilidade de comunicação directa com os clientes está a seduzir marketeers e gestores de todo o mundo.

Claro que como em quase tudo os Estados Unidos da América vão na dianteira, mas pela América do Sul e pela Europa já se começam a ver bons exemplos.

Ficam 5 dicas dadas por especialistas da “Computerworld” para utilizar o Twitter de forma correta nos seus negócios.

1) Definar objetivo
Quais são seus objetivos no Twitter? Falar com pessoas influentes em sua área? Ou comunicar sobre o lançamento de produtos.
Isso tudo vai definir as pessoas que devem fazer parte de sua rede. Mais importante: você deve criar um personagem que vai representar sua empresa no mundo virtual. Tentar ser várias coisas ao mesmo tempo pode passar uma imagem falsa.

2) Seguir as pessoas certas
É importante procurar pessoas que falem sobre sua companhia ou sobre o mercado em que ela está inserido. Também é importante acompanhar as conversas, antes de começar a dar palpites. Seguir clientes, fornecedores, colegas e pessoas reconhecidas em sua área não mostra apenas que você está disposto a ouvir - também é um sinal de vale a pena seguir sua identidade no Twitter. Além disso, é possível trocar mensagens diretamente com as pessoas envolvidas, o que ajuda a expandir seu relacionamento e o da empresa.

3) Ser interessante
Além de ouvir seus clientes e parceiros, é preciso usar a ferramenta para enviar mensagens que sejam interessantes, sejam elas notícias sobre sua empresa, dicas sobre como usar seus produtos e até mesmo uma informação divertida. Os usuários do serviço são muito sensíveis a tentativas de manipulação e mensagens parecidas com propagandas são descartadas rapidamente.

Mostrar interesse nas actividades dos usuários também é uma forma de ser relevante dentro da rede social.

4) Não ficar dentro do Twitter
Uma das coisas que torna a rede social relevante é a possibilidade de interação. As conversas que começam via pequenas mensagens podem se transformar em posts em blogs, álbuns no Flickr e vídeos no YouTube, afirma a consultora. Dessa maneira, as pessoas mostram o que têm em comum e acabam criando laços mais fortes.

5) Usar as ferramentas certas
A interface do Twitter pode ser um pouco confusa e não se encaixar em algumas tarefas. Felizmente, uma ampla variedade de ferramentas alternativas para o Twitter foi desenvolvida para quase todas as plataformas. Algumas simplesmente facilitam a realização de tarefas simples como enviar mensagens directamente, linkar automaticamente a buscas por palavras-chave e activar ou desactivar posts.

Fonte: Computerworld/EUA - por Logan Kugler

terça-feira, 24 de março de 2009

Ctrl C + Ctrl V: Empresas recorrem à web para relacionar-se com seus públicos

Duas notícias me chamaram a atenção nesta semana por envolverem redes sociais online e negócios.

A primeira, de um blog da Info, afirma que as corporações já percebem as limitações da publicidade tradicional e estão partindo para as redes sociais para promoverem produtos e serviços. A redes sociais se valem do boca-a-boca na web para potencializarem as informações de interesse da empresa. Vale lembrar também que este mesmo boca-a-boca pode ser desfavorável à empresa, quando os consumidores se sentem insatisfeitos com a experiência que tiveram com determinada marca/produto/serviço.

Outro ponto que vale mencionar é que as redes sociais exigem um engajamento e um envolvimento muito maior por parte não só dos consumidores (que têm que se dar ao trabalho de expor suas opiniões ou buscar informações) como também das organizações, que estão expostas e vulneráveis 24 horas por dia.

A falta de intermediários no trato com o consumidor final definitivamente é uma vantagem em relação às demais mídias.

A mesma notícia ainda destaca a questão dos orçamentos astronômicos antes destinados à TV e com a crise (que acarreta em desaceleração econômica), a tendência é a diminuição da verba e conseqüente alternativa aos meios alternativos.

Outra notícia que me chamou a atenção é em relação ao uso do twitter pelas empresas, publicada no IDGNow. A notícia elege 5 dicas para se usar o twitter de forma corporativa:

1) Defina um objetivo – um apelido para cada finalidade (lançamento, atendimento, divulgação, etc).

2) Siga as pessoas certas – que têm a ver com o universo o qual a sua empresa se insere.

3) Seja interessante – nem toda movimentação da empresa é motivo de comentários.

4) Não fique dentro do Twitter – não se restrinja apenas a um ambiente, promova os demais fóruns em que a empresa esteja presente.

5) Use as ferramentas certas – e alternativas para extrair mais do Twitter.

O que podemos extrair de ambas as notícias é que o mundo dos negócios está cada vez mais próximo das redes sociais online, mas que para isso, precisam-se de pessoas que conheçam e saibam lidar com esse novo ambiente.

Fonte: MLOG

terça-feira, 10 de março de 2009

Prometeus - A revolução da mídia


Mais um vídeo legal que serve para ilustrar os novos hábitos e costumes da nossa sociedade.
Como o profissional de marketing está se preparando para o futuro?

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Ele late, morde e vende tudo

Como um advogado que abandonou o Direito para trabalhar numa perfumaria se tornou o “pit bull” capaz de vender quase 1 milhão de livros
Nelito Fernandes
RICARDO CORRÊA
BEM DE VIDA
O carioca Luppa na casa que vive na Grande São Paulo, onde mandou fazer uma quadra de futevôlei com areia da praia para matar a saudade do Rio

Luís Paulo Luppa entra no auditório em meio a latidos que reverberam nas caixas de som. Todo de preto e vestindo um blazer com a estampa de um cão pit bull nas costas, ele avança para o palco batendo palmas sobre a cabeça para animar a platéia de 1.500 pessoas. O som dos latidos dá lugar a um rock: Eu sou pit bull/Eu chego primeiro/Eu bato a minha meta/Eu gosto é de dinheiro. Quando Luppa chega ao palco, sua figura é iluminada pelos flashes das câmeras fotográficas dos fãs. O auditório está repleto de vendedores. Luppa é seu ídolo – o autor de livros sobre vendas mais bem-sucedido do Brasil.

O apelido Pit Bull vem do tempo em que ele mesmo trabalhava como vendedor. “O pit bull é trabalhador, leal e forte”, afirma. Desde 1995, quando trocou a carreira de vendas pela de escritor, foram vendidas 885 mil cópias de seus 13 livros. No ano que vem, a expectativa é chegar a 1 milhão de exemplares. O próximo título, As Cem Regras de Ouro para o Sucesso, estará nas lojas em dezembro. Os números são seu forte. Ele diz ter treinado 212 mil vendedores nos últimos dois anos, período em que afirma ter feito palestras em 125 empresas.

Nas apresentações, o Pit Bull assume o tom de um pastor. Evangélico. Luppa não faz uma palestra. Faz uma pregação. Conta “causos”. Tudo repleto de piadas, para o deleite da platéia. Numa palestra de 2007 que lançou em DVD, diz que todo produto tem um benefício que pode ser mostrado ao comprador. Até mulher feia. “O cara tem de apagar a luz para encarar, então já economiza energia”, afirma, enquanto os vendedores riem. Luppa também tem motivos para rir. Ele não revela quanto cobra por palestra, mas diz que o valor é muitas vezes o que cobrou pela primeira apresentação, pela qual afirma ter recebido R$ 5 mil.

O vendedor que começou a atrair a clientela numa loja de perfumes num shopping de Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro, hoje mora numa casa espaçosa na Granja Viana, na Grande São Paulo. A casa tem uma quadra de futevôlei com areia de praia. “É para eu me lembrar do Rio”, diz Luppa. Outro luxo é a piscina, que tem a letra “Z” estampada no fundo, em homenagem ao personagem Zorro. Luppa é fã do justiceiro mascarado a ponto de ter batizado seu filho de 7 anos com o nome Diego. Está rico? “Tenho mais do que mereço e muito mais do que eu preciso”, afirma. “Acordei muito cedo, estudei muito e trabalhei muito. Só acredito nisso”.

Luppa se formou em Direito por influência do pai, advogado, com quem trabalhou por três anos. Decidiu largar o escritório para ser vendedor, sua verdadeira vocação. Ele diz que se formou em Varejo nos Estados Unidos e fez pós-graduação em Marketing na Itália, mas não lembra em qual universidade. No currículo, afirma ter passagens por várias empresas de grande porte, nacionais e internacionais. Ainda reivindica a autoria da idéia de vender livros em supermercados, quando trabalhava na editora Melhoramentos. Hoje, segundo ele, esse mercado movimenta US$ 10 milhões por ano no Brasil.

“É preciso fazer uma leitura dinâmica do cliente,
descobrir do que ele gosta e do que ele precisa”, diz Luppa

Depois da Melhoramentos, Luppa decidiu abrir a própria editora. Apesar de viver com a cabeça no mundo dos livros, não se imaginava no papel de autor. “Eu achava que ser escritor é negócio meio para ‘veado’. Não queria isso, eu sou vendedor”, diz. Até que um dia, conta, descobriu seu talento. “Cheguei em casa e comecei a escrever às 18h45. Só fui terminar às 4h10 da manhã. No final, perguntei: ‘Deus, por que você nunca me disse que eu sabia escrever?’”. O silêncio do Criador tem lá seus motivos. Na página 14 de O Vendedor Pit Bull, seu livro de estréia, Luppa afirma: “É importante você ter consciência do momento que está vivendo e de qual é sua verdadeira expectativa ao adquirir esta maravilhosa obra”. Adepto de trocadilhos, ele diz que aprendeu muito com Oscar Schmidt, o jogador de basquete: “Certamente ele já nasceu com uma bola de basquete na mão, e não foi no sábado, porque a vida dele tem a ver com a cesta”. Pegou?

Qualidade literária não é o que Luppa ou seus leitores almejam. O que vale em seus livros é a técnica de motivação dos vendedores. E ele tem dicas interessantes para o profissional de vendas. Para ele, o vendedor precisa ter conhecimento dos padrões de comportamento do cliente. “Imagine se o time dele perdeu no domingo justamente para o time pelo qual você torce?”, escreve. Luppa prova que aplica o que diz no livro. Durante a entrevista, cita veículos onde eu já trabalhei. Diz ter pesquisado minha carreira. Talvez ele tenha apenas entrado na internet minutos antes da conversa. Ainda assim, ao fechar uma venda, esse conhecimento do “cliente” é uma vantagem que pode fazer diferença.

“Nem todo vendedor é bom gerente de vendas. Se isso fosse verdade, bastava colocar o Pelé para ser técnico da Seleção, e o Brasil nunca mais perderia”, afirma. No livro, ele lista as justificativas do cliente para não comprar e dá dicas sobre como o vendedor pode contorná-las. Um cliente que reclama de nunca ter visto um anúncio do produto vendido pode receber material promocional. O comprador que alega estar com estoque lotado pode ser convencido a fazer compras para o próximo mês e ganhar um desconto pelo adiantamento.

O Luppa que dá a entrevista é bem diferente daquele que escreve e do que apresenta os seminários. Ponderado, ele faz uma análise do varejo brasileiro. Diz que, em geral, os vendedores tratam todos os clientes da mesma forma – um erro. “Você entra numa loja, e a pessoa pergunta: ‘Posso ajudar?’. Ele começa uma abordagem de venda com uma pergunta fechada, é um desastre. É preciso fazer uma leitura dinâmica do cliente, descobrir qual é seu estilo, do que ele gosta e do que ele precisa”.

Para Luppa, vendedores tentam normalmente empurrar um produto, não vender um valor. “O sujeito que compra um Rolex não está interessado em resolver o problema dele para ver as horas. Ele compra pelo que o Rolex representa. Você tem de vender o valor. Até mesmo um pneu. Quem vai querer comprar um pedaço de borracha preta que só de encostar já suja? Você não vende isso. Você vende a segurança para a família do cara que vai comprar”, diz. E como vender mais com toda essa crise mundial? “A crise é uma oportunidade. Enquanto uns choram, outros estão vendendo lenço”, afirma. É como diz o “Rock do Pit Bull”: Malandro é malandro/Mané é mané/Pit bull de carro novo/UTI andando a pé.

Fonte: Revista Época

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Enquanto isso no posto de atendimento do INSS...


Sem comentários... isso me causa uma indignação tão grande. Infelizmente isso não é tão incomum quanto parece e não atinge somente postos do governo. Outro dia eu fui à uma loja e a pessoa responsável pelo atendimento estava acessando o Orkut na maior cara de pau.
Fonte: recebi por e-mail... autor desconhecido.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

O criador da Wikipedia quer fazer um filme com você

Estamos só no início da colaboração na internet para Jimmy Wales: vídeos, músicas, política e até mesmo a polêmica do meio ambiente seriam os próximos da lista

POR RAFAEL BARIFOUSE FOTOS CLAUS LEHMANN



Desde o surgimento da web 2.0, a colaboração digital ganhou status de protagonista. Até então predominavam páginas em que a informação vai numa só direção: de quem a produz para o mundo. Hoje um site sem a participação de internautas é considerado ultrapassado. Portais como o Digg, com a classificação das notícias feita por leitores, e o YouTube, de vídeos amadores, estouraram em audiência. Até mesmo empresas buscam mais interação digital entre funcionários e com clientes e consumidores. Mas o maior marco dessa mudança talvez seja a Wikipedia.

A enciclopédia online escrita e editada por qualquer um virou de ponta cabeça o conceito de que conhecimento de qualidade só é produzido por especialistas. Apostou em pessoas comuns para falar de assuntos que dominam, seja a vitória de Barack Obama nas eleições americanas ou quem substituiu Yaddle no Conselho Jedi de Guerra nas Estrelas (a resposta é Shaak Ti, de acordo com a Wikipedia). Tornou-se o quarto site mais visitado do mundo segundo o comScore, com 300 milhões de páginas vistas por dia em 262 idiomas. Mas é o próprio Jimmy Wales, o fundador da enciclopédia, que diz esperar muito mais da rede nesse quesito. "Estamos no começo da colaboração na internet", disse ele em entrevista à Época NEGÓCIOS. "As pessoas estão fazendo muitas coisas, mas há muito a avançar".

Wales compara o estágio atual dos clipes e músicas online aos sites do final dos anos 90, por serem produzidos por uma só pessoa que os coloca na rede para serem assistidos. "Não vemos algo em larga escala, 20 pessoas tentando produzir juntas", disse. Ele acredita que isso ainda depende de um progresso social e de tecnologia: uma internet capaz de transmitir mais informações de forma mais veloz e com programas adaptados para esse objetivo, além de pessoas preparadas para operá-los. "Se alguém me convidasse para fazer um vídeo assim, eu não saberia o que fazer. Não sei a parte técnica", disse. "Mas eu poderia fazer umas imagens das minhas viagens pelo mundo. Se bem que eu não sei editar. Ah, mas tem quem vai saber fazer isso. E a cada ano fica mais fácil".

Não é só o mundo do entretenimento que poderia ganhar com essa colaboração online. Para Wales, a política também poderia se beneficiar de um espaço com o estilo da Wikipedia. "Lobistas se reuniriam fora do ambiente tradicional, veriam no que concordam e fariam avanços", afirmou. "Se pessoas que se odeiam chegarem a um consenso sobre mudar uma coisa, os políticos não poderiam se recusar". Outra área seria a entre empresas e defensores do meio ambiente. "Não quero soar utópico. Sei que há muitos obstáculos", disse Wales. "Mas ter uma ferramenta de comunicação disponível para essas diferentes partes colaborarem é algo com muito potencial".

Fonte: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/1,,EDG85126-8380,00.html

sábado, 20 de setembro de 2008

Cidadão contra-ataca!


É bom começarmos mesmo a atacar!

Leiam estas estas três preciosas dicas sobre como lidar com as agressões de Telemarketing, que constituem para todos nós uma praga quase diária.

1ª - Um método que realmente funciona:

Ao receber uma chamada de Telemarketing a oferecer um produto ou um serviço, diga apenas, com toda a cortesia:

'Por favor, aguarde um momento...'.

Dito isto, deixe o telefone sobre a mesa e vá fazer outras tarefas (em vez de simplesmente desligar o telefone de imediato).

Isso vai fazer com que cada chamada de Telemarketing para o seu Telefone tenha uma duração longuíssima, ultrapassando em muito os limites impostos ao indivíduo que lhe ligou.

Reponha o telefone na posição de repouso apenas quando tiver a Certeza de que desligaram. Não tenha dúvida de que esta é uma lição de custo elevado para os intrusos.

2ª - Já alguma vez lhe sucedeu atender o telefone e parecer que não há ninguém do outro lado?

Fique a saber que esta é uma técnica de Telemarketing Executada por um sistema computorizado, o qual estabelece a ligação e regista a hora em que a pessoa atendeu o telefone. Esta técnica é utilizada por alguns serviços de marketing para determinar a melhor hora do dia em que uma pessoa dos serviços poderá ligar-lhe.
Neste caso, ao receber este tipo de ligação, não desligue.
Pressione imediatamente a tecla '#' do aparelho, seis ou sete vezes seguidas e em sequência rápida. Normalmente, este procedimento
confunde o computador que marcou o seu número, obrigando-o registar o seu número como inválido, eliminando-o assim da base de dados.

3ª - Publicidade inserida nas contas recebidas pelo correio

Todos os meses recebemos publicidade indesejada inserida nas contas de telefone, luz, água, cartões de crédito, etc. Muitas vezes essa propaganda em acompanhada de um envelope-resposta, que 'não precisa selar; o selo RSF (resposta sem franquia )

Insira nesses envelopes pré-pagos a publicidade recebida e coloque-a no Correio, endereçada de volta o a essas companhias. Caso queira preservar a sua privacidade, antes de inserir a publicidade no envelope remova todo e qualquer item que possa identificá-lo.

Este é um método que funciona excelentemente para ofertas de cartões, empréstimos, e outro material não solicitado. Portanto, não atire fora esses envelopes pré-pagos! Ao devolvê-los com a propaganda recebida, está a fazer com que as referidas empresas paguem duas vezes pela publicidade enviada.

Se quiser acrescentar um requinte de malvadez, aproveite para Inserir anúncios da pizzaria do seu bairro, da lavandaria, da florista, do canalizador, do oculista, da costureira, do talho, do dentista, dao Instalador de marquises de alumínio, da ou de qualquer outra actividade comercial local do mesmo género, que esteja mais à mão.


Há já várias pessoas a usar estes métodos de devolver o lixo publicitário.
Está na altura de mandarmos o nosso recado às Empresas.

É preciso, no entanto, que se atinja um número expressivo de pessoas a aplicar estas técnicas eficazes de protesto.

Fonte: Recebi por email, autor não identificado.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Shopping temático de BH é premiado

Ponteio é premiado pela Abrasce


A Abrasce, entidade que representa o setor de shopping centers no Brasil, premiou, no último dia 10 de setembro, durante o 10o Congresso Internacional e Conferência das Américas, em São Paulo, o Ponteio Lar Shopping com o 3o lugar no "Prêmio Excelência em Expansão". O projeto "Como uma pequena área de expansão consolida um Ponteio Lar Shopping", foi escolhido entre dezenas de outros trabalhos realizados por empreendimentos em todo o país.

O prêmio, que contempla os melhores projetos de ampliação de áreas de shopping centers, foi traçado levando-se em conta a demanda, a viabilização das obras, a comercialização, integração de novas áreas, marketing, comunicação e resultados obtidos após a inauguração dos novos espaços. O júri foi composto por empreendedores do setor de todo o país, que julgaram as propostas com base em avaliações qualitativas e quantitativas.

O projeto - Em 2005, o Ponteio apostou numa grande reforma arquitetônica, contemporânea, comercial, publicitária e mercadológica sob uma estratégia de revitalização global de curto prazo, com início em 2006 e conclusão em dezembro de 2007. A "ilha" de lojas do shopping era interligada ao mall central por quatro passarelas nas laterais, resultando num mall secundário de pouco movimento de pessoas com várias pequenas lojas, que encontravam-se fechadas até a implantação do grande desafio. A obra modificou o conceito do mall em "ilha", inserindo a execução de mais quatro passarelas, ligando a "ilha" ao segundo pavimento, permitindo uma sinergia entre todo o complexo, avançando as lojas ao limite da fachada, aumentando a área em 409,48 m², eliminando assim a vacância de lojas que repercutiam contra o empreendimento.

Esta interligação proporcionou o avanço das vitrines sobre o mall, agregando lojas de renome além das expansões de lojas já existentes, consolidando um novo Ponteio com a expansão imobiliária da região. O projeto gerou a partir de uma pequena área, resultados de modernidade e design, variedade de estilos, aumento de público, qualificação de lojas, ampliação de mix, novas abordagens de marketing, publicidade e grandes eventos a reconquista da visibilidade do empreendimento junto ao público e mídia espontânea.

Fonte: http://www.eunaotenhonome.com.br/itaupower/noticia/montanoticia?tv_ntc_id=13976

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Fiat Linea - Pesquisa

Uma das principais etapas do desenvolvimento do Linea para o mercado brasileiro foi a realização de pesquisas para avaliar se o produto, que já era comercializado na Europa, agradaria o consumidor brasileiro.

Nas chamadas clínicas de produto, são reunidos potenciais consumidores que, diante de um protótipo, manifestam impressões e opiniões. Suas reações espontâneas também são captadas e todo esse material é analisado posteriormente por especialistas, para uma possível mudança no projeto, com o objetivo de atender ao máximo a essas reações verificadas.

Marcelo Borja, da área de pesquisa de produtos da Fiat, fala mais sobre o assunto.


Fonte: Blog do Linea

Fiat lança blog para mostrar bastidores do desenvolvimento do seu próximo lançamento


A Fiat Automóveis coloca no ar o blog do Linea, seu próximo grande lançamento, que chega às concessionárias Fiat de todo o Brasil no final de setembro.

Antes mesmo de ser apresentado oficialmente, os internautas poderão conhecer detalhes do novo veículo no blog (www.blogdolinea.com.br), que a Fiat desenvolveu com a proposta de mostrar, através de textos, fotos e vídeos, como são os bastidores da concepção de um novo projeto como o Fiat Linea.

A iniciativa, inédita na indústria automobilística brasileira, vai acompanhar o lançamento do modelo através de depoimentos e conversas com quem desenhou, realizou e construiu o novo produto. Com o blog do Linea a Fiat abre suas portas a todos os apaixonados por automóveis e àqueles que demonstram curiosidade pela chegada do novo carro da marca.

Fonte: Fiat News

Pesquisas: do nome ao conceito (I)

Em março de 2005 foi realizada uma pesquisa para avaliar o nome do veículo frente a outras propostas. O resultado desta pesquisa validou a adoção do mesmo nome já utilizado em outros países e subsidiou o trabalho de definição do conceito do Linea no mercado nacional.

Cely Cordeiro, analista de produto.

Fonte: Blog do Linea

Pesquisas: do nome ao conceito (II)

Uma nova pesquisa foi feita em junho de 2007, com foco na comunicação. Desta vez, o objetivo foi posicionar o Linea dentro do segmento de sedans. A Clínica foi realizada nos mesmos moldes da pesquisa de produto, com grupos de pessoas que eram target do segmento. Como resultados desses grupos tivemos vários insights criativos que ajudaram tanto na construção do conceito de comunicação como no posicionamento correto do produto no mercado, frente à concorrência.

O Linea é um dos lançamentos da Fiat que mais foi submetido a pesquisas, do desenvolvimento ao produto final. O objetivo foi perceber com clareza as modificações necessárias para satisfazer o público brasileiro. A inclusão de features tecnológicos exclusivos e detalhes de acabamento únicos para o mercado nacional são alguns dos implementos que farão toda a diferença no Linea.

Também tornou-se possível prever a imagem que o veículo terá no mercado, facilitando a identificação das estratégias de comunicação mas eficientes para o lançamento do Fiat Linea.



João Batista Ciaco, diretor de Publicidade e Marketing de Relacionamento.

Fonte: Blog do Linea

 
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