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quarta-feira, 29 de abril de 2009

Social Media Guideline, toda empresa vai ter um


As mídias sociais redefiniram as relações das empresas com o mercado. E o incidente que ocorreu com a Domino’s Pizza comprova, mais uma vez, sua força na disseminação de informações e deixa um alerta: a ameaça pode surgir de dentro das próprias empresas, e ignorar o fato de os funcionários serem antes de tudo usuários de mídias sociais pode ser fatal.

Porém, apesar de algumas empresas reconhecerem o poder das mídias sociais e o seu potencial impacto na reputação das marcas e produtos, poucas dedicam recursos para o seu efetivo monitoramento, e o desenvolvimento de estratégias para evitar e lidar com incidentes ainda é quase inexistente.

Hoje, além de monitorar o que falam seus consumidores na web, as empresas também precisam monitorar o que dizem seus funcionários. E a melhor forma de não se tornar uma vítima das circunstancias é deixar claro os limites dos dois lados: o da empresa e o do funcionário. Contudo, não basta apenas elencar uma relação de regras de conduta, é necessário esclarecer como funcionam as mídias sociais e os perigos nelas existentes, além de apresentar caminhos e possibilidades.

Algumas empresas já fizeram sua lição de casa e criaram seus Guidelines que, em alguns casos, se tornaram verdadeiras bíblias entre os funcionários. No entanto, nem sempre as políticas e guias de conduta são suficientes para reduzir as ameaças existentes, é preciso levar em conta a efetiva compreensão das vulnerabilidades por toda a empresa, só assim serão respeitados e praticados.

O curioso é que muitos desses guidelines estão disponíveis na web para qualquer um acessar. Penso que isso faça parte da estratégia das empresas, pois, à medida que vão divulgando para o mercado, e não apenas para os seus funcionários, as empresas demarcam seus territórios e deixam claro sua posição e o que esperam de seus profissionais.

Selecionei alguns guidelines que achei interessante:


Fonte: http://hsm.updateordie.com/uncategorized/2009/04/social-media-guideline-sua-empresa-vai-precisar-de-um/

terça-feira, 24 de março de 2009

Ctrl C + Ctrl V: Empresas recorrem à web para relacionar-se com seus públicos

Duas notícias me chamaram a atenção nesta semana por envolverem redes sociais online e negócios.

A primeira, de um blog da Info, afirma que as corporações já percebem as limitações da publicidade tradicional e estão partindo para as redes sociais para promoverem produtos e serviços. A redes sociais se valem do boca-a-boca na web para potencializarem as informações de interesse da empresa. Vale lembrar também que este mesmo boca-a-boca pode ser desfavorável à empresa, quando os consumidores se sentem insatisfeitos com a experiência que tiveram com determinada marca/produto/serviço.

Outro ponto que vale mencionar é que as redes sociais exigem um engajamento e um envolvimento muito maior por parte não só dos consumidores (que têm que se dar ao trabalho de expor suas opiniões ou buscar informações) como também das organizações, que estão expostas e vulneráveis 24 horas por dia.

A falta de intermediários no trato com o consumidor final definitivamente é uma vantagem em relação às demais mídias.

A mesma notícia ainda destaca a questão dos orçamentos astronômicos antes destinados à TV e com a crise (que acarreta em desaceleração econômica), a tendência é a diminuição da verba e conseqüente alternativa aos meios alternativos.

Outra notícia que me chamou a atenção é em relação ao uso do twitter pelas empresas, publicada no IDGNow. A notícia elege 5 dicas para se usar o twitter de forma corporativa:

1) Defina um objetivo – um apelido para cada finalidade (lançamento, atendimento, divulgação, etc).

2) Siga as pessoas certas – que têm a ver com o universo o qual a sua empresa se insere.

3) Seja interessante – nem toda movimentação da empresa é motivo de comentários.

4) Não fique dentro do Twitter – não se restrinja apenas a um ambiente, promova os demais fóruns em que a empresa esteja presente.

5) Use as ferramentas certas – e alternativas para extrair mais do Twitter.

O que podemos extrair de ambas as notícias é que o mundo dos negócios está cada vez mais próximo das redes sociais online, mas que para isso, precisam-se de pessoas que conheçam e saibam lidar com esse novo ambiente.

Fonte: MLOG

Ctrl C + Ctrl V: Perfis fakes

Que o twitter caiu nas graças da comunidade de aficionados por tecnologia, já sabemos. A onda agora é seguir perfis de gente famosa, mas que na verdade, não passam de perfis falsos. No entanto, ainda assim, são engraçados, bem-humorados e divertidos.

Lendo uma matéria no Uol Tecnologia sobre esse tema, vi que o perfil do falso @vitorfasano é um dos que tem mais seguidores (mais de 5 mil). Longe de ser uma estratégia do ator global, o twitter é mais uma oportunidade de rir um pouco durante o dia.

Outras celebridades sofrem do mesmo problema: tem perfis no twitter e nem sabem. Muitas vezes, são até agraciados com prêmios, como foi o caso do técnico Renato Gaúcho (@renato_gaucho) que ganhou o Troféu Vitor Fasano na ferramenta.

Porém, o que pode ser brincadeira para alguns, é instrumento de trabalho para outros. Jornalistas como Marcelo Tas (@marcelotas) e Rosana Hermann (@rosana) usam o twitter para valer. O escritor Paulo Coelho faz o mesmo, inclusive compartilhando trechos de livros em seu apelido.

O twitter vem mostrando a cada dia mais e mais facetas: uso nos negócios, para compartilhar conhecimento, para conhecer (ou não) celebridades, para divulgar vagas de emprego, para eleger rankings (os mais diversos possíveis), para por a boca no trombone, entre tantas outras utilizações. Duvida? Passe por lá.

Nota: o twitter do MercadoLivre é @mercadolivre.

Autor: Stelleo Tolda

Fonte: http://blog.imasters.uol.com.br/stelleotolda/2009/03/23/perfis-fakes/

terça-feira, 10 de março de 2009

Prometeus - A revolução da mídia


Mais um vídeo legal que serve para ilustrar os novos hábitos e costumes da nossa sociedade.
Como o profissional de marketing está se preparando para o futuro?

segunda-feira, 9 de março de 2009

O futuro é logo ali


Como será a nossa vida daqui a uns 10 anos?
Li uma vez um artigo que dizia o seguinte - 90% das coisas que vamos usar daqui a 10 anos ainda não foram inventadas. Se fizermos um exercício e tentar imaginar como será a nossa vida no futuro, com certeza alguns equipamentos que aparecem no vídeo acima farão parte do nosso cotidiano.
A pergunta que fica é a seguinte: como trabalhar o marketing nesse novo cenário tecnológico?

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

O criador da Wikipedia quer fazer um filme com você

Estamos só no início da colaboração na internet para Jimmy Wales: vídeos, músicas, política e até mesmo a polêmica do meio ambiente seriam os próximos da lista

POR RAFAEL BARIFOUSE FOTOS CLAUS LEHMANN



Desde o surgimento da web 2.0, a colaboração digital ganhou status de protagonista. Até então predominavam páginas em que a informação vai numa só direção: de quem a produz para o mundo. Hoje um site sem a participação de internautas é considerado ultrapassado. Portais como o Digg, com a classificação das notícias feita por leitores, e o YouTube, de vídeos amadores, estouraram em audiência. Até mesmo empresas buscam mais interação digital entre funcionários e com clientes e consumidores. Mas o maior marco dessa mudança talvez seja a Wikipedia.

A enciclopédia online escrita e editada por qualquer um virou de ponta cabeça o conceito de que conhecimento de qualidade só é produzido por especialistas. Apostou em pessoas comuns para falar de assuntos que dominam, seja a vitória de Barack Obama nas eleições americanas ou quem substituiu Yaddle no Conselho Jedi de Guerra nas Estrelas (a resposta é Shaak Ti, de acordo com a Wikipedia). Tornou-se o quarto site mais visitado do mundo segundo o comScore, com 300 milhões de páginas vistas por dia em 262 idiomas. Mas é o próprio Jimmy Wales, o fundador da enciclopédia, que diz esperar muito mais da rede nesse quesito. "Estamos no começo da colaboração na internet", disse ele em entrevista à Época NEGÓCIOS. "As pessoas estão fazendo muitas coisas, mas há muito a avançar".

Wales compara o estágio atual dos clipes e músicas online aos sites do final dos anos 90, por serem produzidos por uma só pessoa que os coloca na rede para serem assistidos. "Não vemos algo em larga escala, 20 pessoas tentando produzir juntas", disse. Ele acredita que isso ainda depende de um progresso social e de tecnologia: uma internet capaz de transmitir mais informações de forma mais veloz e com programas adaptados para esse objetivo, além de pessoas preparadas para operá-los. "Se alguém me convidasse para fazer um vídeo assim, eu não saberia o que fazer. Não sei a parte técnica", disse. "Mas eu poderia fazer umas imagens das minhas viagens pelo mundo. Se bem que eu não sei editar. Ah, mas tem quem vai saber fazer isso. E a cada ano fica mais fácil".

Não é só o mundo do entretenimento que poderia ganhar com essa colaboração online. Para Wales, a política também poderia se beneficiar de um espaço com o estilo da Wikipedia. "Lobistas se reuniriam fora do ambiente tradicional, veriam no que concordam e fariam avanços", afirmou. "Se pessoas que se odeiam chegarem a um consenso sobre mudar uma coisa, os políticos não poderiam se recusar". Outra área seria a entre empresas e defensores do meio ambiente. "Não quero soar utópico. Sei que há muitos obstáculos", disse Wales. "Mas ter uma ferramenta de comunicação disponível para essas diferentes partes colaborarem é algo com muito potencial".

Fonte: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/1,,EDG85126-8380,00.html

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Fiat Linea - Pesquisa

Uma das principais etapas do desenvolvimento do Linea para o mercado brasileiro foi a realização de pesquisas para avaliar se o produto, que já era comercializado na Europa, agradaria o consumidor brasileiro.

Nas chamadas clínicas de produto, são reunidos potenciais consumidores que, diante de um protótipo, manifestam impressões e opiniões. Suas reações espontâneas também são captadas e todo esse material é analisado posteriormente por especialistas, para uma possível mudança no projeto, com o objetivo de atender ao máximo a essas reações verificadas.

Marcelo Borja, da área de pesquisa de produtos da Fiat, fala mais sobre o assunto.


Fonte: Blog do Linea

Fiat lança blog para mostrar bastidores do desenvolvimento do seu próximo lançamento


A Fiat Automóveis coloca no ar o blog do Linea, seu próximo grande lançamento, que chega às concessionárias Fiat de todo o Brasil no final de setembro.

Antes mesmo de ser apresentado oficialmente, os internautas poderão conhecer detalhes do novo veículo no blog (www.blogdolinea.com.br), que a Fiat desenvolveu com a proposta de mostrar, através de textos, fotos e vídeos, como são os bastidores da concepção de um novo projeto como o Fiat Linea.

A iniciativa, inédita na indústria automobilística brasileira, vai acompanhar o lançamento do modelo através de depoimentos e conversas com quem desenhou, realizou e construiu o novo produto. Com o blog do Linea a Fiat abre suas portas a todos os apaixonados por automóveis e àqueles que demonstram curiosidade pela chegada do novo carro da marca.

Fonte: Fiat News

Pesquisas: do nome ao conceito (I)

Em março de 2005 foi realizada uma pesquisa para avaliar o nome do veículo frente a outras propostas. O resultado desta pesquisa validou a adoção do mesmo nome já utilizado em outros países e subsidiou o trabalho de definição do conceito do Linea no mercado nacional.

Cely Cordeiro, analista de produto.

Fonte: Blog do Linea

Pesquisas: do nome ao conceito (II)

Uma nova pesquisa foi feita em junho de 2007, com foco na comunicação. Desta vez, o objetivo foi posicionar o Linea dentro do segmento de sedans. A Clínica foi realizada nos mesmos moldes da pesquisa de produto, com grupos de pessoas que eram target do segmento. Como resultados desses grupos tivemos vários insights criativos que ajudaram tanto na construção do conceito de comunicação como no posicionamento correto do produto no mercado, frente à concorrência.

O Linea é um dos lançamentos da Fiat que mais foi submetido a pesquisas, do desenvolvimento ao produto final. O objetivo foi perceber com clareza as modificações necessárias para satisfazer o público brasileiro. A inclusão de features tecnológicos exclusivos e detalhes de acabamento únicos para o mercado nacional são alguns dos implementos que farão toda a diferença no Linea.

Também tornou-se possível prever a imagem que o veículo terá no mercado, facilitando a identificação das estratégias de comunicação mas eficientes para o lançamento do Fiat Linea.



João Batista Ciaco, diretor de Publicidade e Marketing de Relacionamento.

Fonte: Blog do Linea

 
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