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terça-feira, 14 de abril de 2009

Handvertising - Sua Empresa na Mão do Cliente

O post de hoje já rolou na internet algumas vezes, mas mesmo assim eu resolvi publicar, porque acho uma assunto muito interessante e na minha opnião não saiu de moda.

Segue o artigo original...

Pessoal baladeiro já deve estar bem familiarizado com os carimbos que as discotecas, festas, shows colocam em nossa mão para termos acesso a camarotes e áreas VIP.

Aproveitando essa onda, a empresa Americana http://www.handvertisingusa.com/ está produzindo carimbos personalizados que podem levar o logotipo do seu negócio, deixando assim sua marca na mão de diversas pessoas.

Aqui estão alguns exemplos de como podemos utilizar os carimbos para dar mais exposição a marca do seu negócio.

Os carimbos nestas imagens foram produzidos utilizando o Photoshop apenas pra demonstrar o que pode ser feito por eles.

Carimbos personalizados não são novidade, mas é incrível como algo tão simples não é aproveitado para fazer publicidade. Muitas vezes até vemos utilizarem carimbos invisíveis! Quando podiam estar fazendo melhor utilização disso.

Como guerrilheiro achei interessante este serviço, pois o conceito criativo é totalmente guerrilheiro. Seria interessante utilizar o handvertising não só para deixar sua marca na mão das pessoas, mas também como meio de informar futuros eventos. Ou seja, o carimbo poderia conter logotipo da proxima festa, data, hora e DJ que vai tocar nela. O que o pessoal faz é distribuir flyers na saida da discoteca ou até mesmo na entrada. A maioria vai pro lixo. Com o carimbo na mão a pessoa vai se lembrar dessa festa até chegar em casa e lavar a mão! Ou então se a bebedeira foi forte tem grandes chances da pessoa no dia seguinte ainda ter o carimbo na mão.

Fonte: http://marketingdeguerrilha.wordpress.com/category/midias-alternativas/

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Ele late, morde e vende tudo

Como um advogado que abandonou o Direito para trabalhar numa perfumaria se tornou o “pit bull” capaz de vender quase 1 milhão de livros
Nelito Fernandes
RICARDO CORRÊA
BEM DE VIDA
O carioca Luppa na casa que vive na Grande São Paulo, onde mandou fazer uma quadra de futevôlei com areia da praia para matar a saudade do Rio

Luís Paulo Luppa entra no auditório em meio a latidos que reverberam nas caixas de som. Todo de preto e vestindo um blazer com a estampa de um cão pit bull nas costas, ele avança para o palco batendo palmas sobre a cabeça para animar a platéia de 1.500 pessoas. O som dos latidos dá lugar a um rock: Eu sou pit bull/Eu chego primeiro/Eu bato a minha meta/Eu gosto é de dinheiro. Quando Luppa chega ao palco, sua figura é iluminada pelos flashes das câmeras fotográficas dos fãs. O auditório está repleto de vendedores. Luppa é seu ídolo – o autor de livros sobre vendas mais bem-sucedido do Brasil.

O apelido Pit Bull vem do tempo em que ele mesmo trabalhava como vendedor. “O pit bull é trabalhador, leal e forte”, afirma. Desde 1995, quando trocou a carreira de vendas pela de escritor, foram vendidas 885 mil cópias de seus 13 livros. No ano que vem, a expectativa é chegar a 1 milhão de exemplares. O próximo título, As Cem Regras de Ouro para o Sucesso, estará nas lojas em dezembro. Os números são seu forte. Ele diz ter treinado 212 mil vendedores nos últimos dois anos, período em que afirma ter feito palestras em 125 empresas.

Nas apresentações, o Pit Bull assume o tom de um pastor. Evangélico. Luppa não faz uma palestra. Faz uma pregação. Conta “causos”. Tudo repleto de piadas, para o deleite da platéia. Numa palestra de 2007 que lançou em DVD, diz que todo produto tem um benefício que pode ser mostrado ao comprador. Até mulher feia. “O cara tem de apagar a luz para encarar, então já economiza energia”, afirma, enquanto os vendedores riem. Luppa também tem motivos para rir. Ele não revela quanto cobra por palestra, mas diz que o valor é muitas vezes o que cobrou pela primeira apresentação, pela qual afirma ter recebido R$ 5 mil.

O vendedor que começou a atrair a clientela numa loja de perfumes num shopping de Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro, hoje mora numa casa espaçosa na Granja Viana, na Grande São Paulo. A casa tem uma quadra de futevôlei com areia de praia. “É para eu me lembrar do Rio”, diz Luppa. Outro luxo é a piscina, que tem a letra “Z” estampada no fundo, em homenagem ao personagem Zorro. Luppa é fã do justiceiro mascarado a ponto de ter batizado seu filho de 7 anos com o nome Diego. Está rico? “Tenho mais do que mereço e muito mais do que eu preciso”, afirma. “Acordei muito cedo, estudei muito e trabalhei muito. Só acredito nisso”.

Luppa se formou em Direito por influência do pai, advogado, com quem trabalhou por três anos. Decidiu largar o escritório para ser vendedor, sua verdadeira vocação. Ele diz que se formou em Varejo nos Estados Unidos e fez pós-graduação em Marketing na Itália, mas não lembra em qual universidade. No currículo, afirma ter passagens por várias empresas de grande porte, nacionais e internacionais. Ainda reivindica a autoria da idéia de vender livros em supermercados, quando trabalhava na editora Melhoramentos. Hoje, segundo ele, esse mercado movimenta US$ 10 milhões por ano no Brasil.

“É preciso fazer uma leitura dinâmica do cliente,
descobrir do que ele gosta e do que ele precisa”, diz Luppa

Depois da Melhoramentos, Luppa decidiu abrir a própria editora. Apesar de viver com a cabeça no mundo dos livros, não se imaginava no papel de autor. “Eu achava que ser escritor é negócio meio para ‘veado’. Não queria isso, eu sou vendedor”, diz. Até que um dia, conta, descobriu seu talento. “Cheguei em casa e comecei a escrever às 18h45. Só fui terminar às 4h10 da manhã. No final, perguntei: ‘Deus, por que você nunca me disse que eu sabia escrever?’”. O silêncio do Criador tem lá seus motivos. Na página 14 de O Vendedor Pit Bull, seu livro de estréia, Luppa afirma: “É importante você ter consciência do momento que está vivendo e de qual é sua verdadeira expectativa ao adquirir esta maravilhosa obra”. Adepto de trocadilhos, ele diz que aprendeu muito com Oscar Schmidt, o jogador de basquete: “Certamente ele já nasceu com uma bola de basquete na mão, e não foi no sábado, porque a vida dele tem a ver com a cesta”. Pegou?

Qualidade literária não é o que Luppa ou seus leitores almejam. O que vale em seus livros é a técnica de motivação dos vendedores. E ele tem dicas interessantes para o profissional de vendas. Para ele, o vendedor precisa ter conhecimento dos padrões de comportamento do cliente. “Imagine se o time dele perdeu no domingo justamente para o time pelo qual você torce?”, escreve. Luppa prova que aplica o que diz no livro. Durante a entrevista, cita veículos onde eu já trabalhei. Diz ter pesquisado minha carreira. Talvez ele tenha apenas entrado na internet minutos antes da conversa. Ainda assim, ao fechar uma venda, esse conhecimento do “cliente” é uma vantagem que pode fazer diferença.

“Nem todo vendedor é bom gerente de vendas. Se isso fosse verdade, bastava colocar o Pelé para ser técnico da Seleção, e o Brasil nunca mais perderia”, afirma. No livro, ele lista as justificativas do cliente para não comprar e dá dicas sobre como o vendedor pode contorná-las. Um cliente que reclama de nunca ter visto um anúncio do produto vendido pode receber material promocional. O comprador que alega estar com estoque lotado pode ser convencido a fazer compras para o próximo mês e ganhar um desconto pelo adiantamento.

O Luppa que dá a entrevista é bem diferente daquele que escreve e do que apresenta os seminários. Ponderado, ele faz uma análise do varejo brasileiro. Diz que, em geral, os vendedores tratam todos os clientes da mesma forma – um erro. “Você entra numa loja, e a pessoa pergunta: ‘Posso ajudar?’. Ele começa uma abordagem de venda com uma pergunta fechada, é um desastre. É preciso fazer uma leitura dinâmica do cliente, descobrir qual é seu estilo, do que ele gosta e do que ele precisa”.

Para Luppa, vendedores tentam normalmente empurrar um produto, não vender um valor. “O sujeito que compra um Rolex não está interessado em resolver o problema dele para ver as horas. Ele compra pelo que o Rolex representa. Você tem de vender o valor. Até mesmo um pneu. Quem vai querer comprar um pedaço de borracha preta que só de encostar já suja? Você não vende isso. Você vende a segurança para a família do cara que vai comprar”, diz. E como vender mais com toda essa crise mundial? “A crise é uma oportunidade. Enquanto uns choram, outros estão vendendo lenço”, afirma. É como diz o “Rock do Pit Bull”: Malandro é malandro/Mané é mané/Pit bull de carro novo/UTI andando a pé.

Fonte: Revista Época

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

A mais radical ação de marketing já feita no Brasil

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A abertura da matéria especial sobre consumo jovem da Revista Exame, que está nas bancas, fala sobre o Advertasting, ação que a agência Espalhe fez no ínicio do ano para Coca-Cola Zero.

Eleita uma das Top 30 Bizarre Innovations in 2008 pelo blog de tendências Trend Hunter, agora o Patrocínio de Língua foi descrito pelo editor de marketing da revista, Daniel Hessel, como a ação de marketing mais radical já feita pela marca em seus 60 anos de Brasil.

Segue trecho da matéria ou, se preferir, leia na íntegra aqui :

“No site de compartilhamento de vídeos YouTube, a combinação das palavras “língua” e “patrocinada” funciona como uma senha para um vídeo que pode chocar alguns e divertir outros. O filme, de pouco mais de 1 minuto, mostra em detalhes a língua de um rapaz sendo perfurada para a colocação de um piercing em uma clínica em São Paulo. A diferença do vídeo para os outros que seguem o mesmo gênero (são dezenas deles, como pode ser observado na barra lateral do site) está no piercing, exibido em close ao fim do filme. A peça traz a inscrição Coca-Cola Zero e é a mais radical ação de marketing já feita no Brasil pela centenária Coca-Cola Company, que opera há 60 anos no país. O filme é parte de uma campanha para promover o caçula dos refrigerantes da família Coca-Cola entre os consumidores jovens (aqueles que costumam se divertir com esse tipo de cena).

Entre fevereiro e março deste ano, a Coca-Cola patrocinou a colocação de piercings na língua de 280 jovens em clínicas especializadas de quatro capitais brasileiras. E a condição para ganhar o piercing gratuitamente - uma aplicação custa em média 100 reais - era posar com a peça para uma foto, que seria postada em sites de compartilhamento de imagens, como Flickr e Picasa. “Queríamos fazer uma campanha que tivesse a cara do jovem, que fizesse ele se apaixonar por nossa marca”, diz Ricardo Fort, diretor de marketing da Coca-Cola.

As campanhas de marketing da Coca-Cola Zero transformaram-se numa espécie de laboratório para novas abordagens e novos formatos de comunicação de todo o grupo - e refletem, de fato, o quanto é importante para uma grande empresa conseguir falar ao público jovem, formado por consumidores de até 25 anos. Atualmente, todas as marcas da gigante americana no Brasil passam por um processo de rejuvenescimento, a começar pela própria marca-mãe”.

abs, Gfortes

Fonte: Blog de Guerrilha

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

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A rua sempre serviu de laboratório para qualquer tipo de arte vinda do “underground” e faz tempo (muito tempo) que o graffiti foi assimilado e passou a ser uma referência de estética e atitude tanto para a moda quanto para a publicidade, ou seja, para o tal “mainstream”.

Em 88, Keith Haring já tinha um Popshop em Tóquio e trabalhava para o “mainstream”.

Já a guerrilha, nossa especialidade, tem no seu DNA ferramentas como stencil, stickers, posters e vários outros tipos de intervenções urbanas.

O painel da foto deste post poderia estar em qualquer lugar… Uma avenida, rua, galeria? Poderia ser também um outdoor, uma fachada de loja, uma estampa de camiseta? Poderia ser em 98 ou 2008.

Este painel estava à disposição do público do Pixel-Show no último final de semana em São Paulo e foi construído aos poucos de maneira colaborativa: era só chegar com seu canetão/spray e arrumar um espaço ou então sugerir uma intervenção.

O evento, organizado pela Revista Zupi, não é um encontro de graffit. É um dos principais encontros de designers, diretores de arte, videomakers, fotógrafos, estudantes de moda, artes plásticas e claro, grafiteiros. Todos interessados em discutir, trocar experiências, ver cases e novas idéias.

O fotógrafo André Cypriano mostrou seu universo sinistro com fotografias PB cheias de entrelinhas, e para mim foi a melhor palestra.

Gostei muito do estúdio MOPA de Brasília, que é extremamente novo (começou em 2006), e já possui um portfólio de deixar muito gringo com inveja. O trabalho dos caras é bem artístico e não se apega somente a photoshop e ilustrator.

O que dá pra perceber é que a estética do graffiti continua em alta apesar de algumas coisas terem virado clichê, principalmente no design para web.

Até 2018!

abs Bruno Tozzini

Fonte: Blog de Guerrilha

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Corinthianos 3×4

camisa_corinthians.jpg
Imagem: Blog da redação UOL esportes.

Parece aquele cartaz de “procurados pro assaltar estações de metrô”, mas na verdade é uma camisa de futebol. Ok, piadinha pronta com a casta da sociedade que costuma torcer para o Timão devidamente feita, vamos falar da ação guerrilheira do Corithians.

Na última partida da série B deste ano, dia 29 de novembro contra o América (RN), os jogadores vão usar uma camisa estilizadas com 400 fotos 3×4 dos torcedores que doarem mil Reais. Se tudo der certo, serão 400 mil Reais nos cofres do Corithians.

Diria que é um mashup da Million Dollar Homepage, com Red Bull Racing no GP da Inglaterra e com a página dupla do Firefox no New York Times.

Muito bem sacado e que se tivesse sido pensado desde o início da temporada poderia ter arrecadado muito mais dinheiro. Com uma camisa diferente sendo feita em cada um dos 38 jogos da série B. Talvez não pensaram nisso com medo de aumentarem os assaltos a bancos. Mil reais por semana não é qualquer um que arruma.

[]´s

Mr Wagner

Fonte: Blog de Guerrilha

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Guerrilheiro Nato

maroni.jpg

Oscar Maroni encontrou um jeitinho bem guerrilheiro de divulgar a sua candidatura a vereador. Simples e efetivo: duas meninas de biquíni, um caixote de madeira e um “showmício pop-up” no Viaduto do Chá.

Até aí, qualquer um faz. Gracinhas nas ruas já não são novidade, principalmente para o cidadão paulistano que já está enxergando este tipo de ação como parte da paisagem. A efetividade da guerrilha não está no inusitado, ou na “lampionagem“. O segredo do Marketing de Guerrilha é potencializar um factóide e fazer ele alcançar o maior número de pessoas possível. Só a idéia não funciona, é preciso conhecer os atalhos para fazer ela se propagar.

mais_enviadas.jpg

Ou vocês acham que o sucesso está nas dezenas de gatos pingados que viram o Maroni com “suas meninas” ali, em carne e osso? A beleza da guerrilha é fazer aquilo sair lá do Viaduto do Chá e chegar aqui no meu computador. Agora eu já sei que o número dele é 70111. Driblando o rigor da lei eleitoral que impede a mídia de divulgar o número dos candidatos. O cara teve a manha de pintar o número na barriguinha da moça. E, sem barriguinha, não há notícia.

[]´s Mr Wagner

Fonte: Blog de Guerrilha
 
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