Um elo entre o comerciante e o cliente. Com esse objetivo, a prática do Trade Marketing vem se mostrando cada vez mais eficaz para a satisfação do consumidor e para o conseqüente sucesso do empreendimento.
Trade, traduzido literalmente, significa comércio e é um conceito novo que surge como solução para definir vantagens competitivas para a empresa. Até pouco tempo era uma simples ferramenta de marketing dominada por poucos e escondida dentro das grandes corporações. O nome saiu da academia e dos grandes grupos capitalistas e avançou para o mercado, mas ainda assim, carece de conhecedores principalmente entre as empresas de comunicação e agências de propaganda que lidam diretamente com a atividade.
O homem de marketing do século 21, aquele que atua diretamente no Trade, deve ter conhecimentos multidisciplinares e entender o varejo como negócio. Dele se espera alinhar e potencializar os compostos de marketing e as estratégias dos fornecedores.
Mas não só isso. Trabalhar com Trade Marketing requer uma capacidade de construir relacionamentos a longo prazo e uma grande habilidade de apresentação e trabalho em equipe. O que importa, nesse trabalho, não é o plano, mas a execução.
De acordo com José Augusto Domingues, sócio diretor da Sense Envirosell, a base para gerar um bom plano de Trade Marketing é a segmentação tanto do shopper quanto do trade. “Dados, informações e conhecimentos sobre o shopper e o ponto-de-venda são fundamentais para esta nova competência empresarial”, diz.
Domingues enfatiza que, se antes era preciso apenas verificar como as vendas era gerenciadas pelos executivos para saber se a empresa era orientada para produtos ou marketing, agora, na era do Trade Marketing, se faz necessário gerenciar as vendas pela ótica do trade e ter um sistema eficiente de informação. “Além disso, é imprescindível ter profissionais qualificados para esta nova combinação de ciência e arte no mundo dos negócios”, completa.
No ramo do empreendimento que hoje presenciamos, nem sempre a “grande sacada” criativa é o que faz a diferença. Um bom plano estratégico – como maximizar a diferenciação dos seus produtos e serviços nos pontos-de-venda.– pode fazer muito mais pelo negócio do que se imagina.
Fonte: Portal da Administração
terça-feira, 5 de agosto de 2008
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